A EM e o trabalho ou a educação
Uma vez que a EM é uma doença altamente variável, é difícil dar uma resposta geral que se aplique a todas as pessoas com o diagnóstico de EM. Cada pessoa é afectada de forma diferente e pode ter sintomas com graus variados de gravidade e/ou frequência. É a gravidade dos sintomas e a incapacidade que poderá daí resultar que irá ditar até que ponto o trabalho ou a educação serão afectados. A possibilidade de ter algum grau de incapacidade a longo prazo não se deverá sobrepor ao facto de a pessoa com EM poder ter ainda muitos anos produtivos.
Geralmente, as pessoas que têm a forma benigna da doença ou cujos sintomas são mínimos e não visíveis, serão provavelmente capazes de continuar com as suas actividades actuais no emprego e na educação. Se a fadiga for um problema, deverão planear períodos de descanso regulares durante o dia.
As pessoas que têm EM por surtos/remissões ou que desenvolveram algum grau de incapacidade terão de avaliar de forma realista a sua situação em muitas áreas (por exemplo, fisicamente, socialmente, cognitivamente) de forma a decidirem estratégias a longo e curto prazo para o trabalho e para a educação. Os portadores de EM deverão trabalhar em conjunto com o seu empregador e/ou instituição educacional de forma a garantirem que as suas necessidades são satisfeitas.
A decisão de tornar conhecido o facto de ter EM é uma questão pessoal. Se não tiver sintomas visíveis pode não haver razão para divulgar o diagnóstico de EM. Por outro lado, muitas instituições educacionais (por exemplo) poderão fazer condições especiais para portadores de EM no que diz respeito a horários, exames, requisitos de entrada, etc., ao mesmo tempo que mantêm a confidencialidade.
Os requisitos legais para adaptar as instalações às necessidades das pessoas que têm incapacidades varia de país para país. A sociedade nacional de EM deverá ser capaz de proporcionar informação sobre a situação no seu país.
Geralmente, as pessoas que têm a forma benigna da doença ou cujos sintomas são mínimos e não visíveis, serão provavelmente capazes de continuar com as suas actividades actuais no emprego e na educação. Se a fadiga for um problema, deverão planear períodos de descanso regulares durante o dia.
As pessoas que têm EM por surtos/remissões ou que desenvolveram algum grau de incapacidade terão de avaliar de forma realista a sua situação em muitas áreas (por exemplo, fisicamente, socialmente, cognitivamente) de forma a decidirem estratégias a longo e curto prazo para o trabalho e para a educação. Os portadores de EM deverão trabalhar em conjunto com o seu empregador e/ou instituição educacional de forma a garantirem que as suas necessidades são satisfeitas.
A decisão de tornar conhecido o facto de ter EM é uma questão pessoal. Se não tiver sintomas visíveis pode não haver razão para divulgar o diagnóstico de EM. Por outro lado, muitas instituições educacionais (por exemplo) poderão fazer condições especiais para portadores de EM no que diz respeito a horários, exames, requisitos de entrada, etc., ao mesmo tempo que mantêm a confidencialidade.
Os requisitos legais para adaptar as instalações às necessidades das pessoas que têm incapacidades varia de país para país. A sociedade nacional de EM deverá ser capaz de proporcionar informação sobre a situação no seu país.
